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Aplicação em fundos de criptomoedas pode ser a opção mais segura para o investidor
O mercado de criptomoedas vive um verdadeiro boom no Brasil e no mundo.
Desde janeiro, quando a Dogecoin, um dos criptoativos disponíveis para comercialização, alcançou os 7.000% de valorização, vários investidores novos entraram de cabeça na nova onda.
E esta não foi a única. Em 2020, mais de 20 moedas digitais superaram os 200% de valorização durante o ano.
O problema é que, diferente das bolsas de valores mundo afora, não existe um órgão regulador no mercado monetário digital, conferindo aos ativos uma descentralização perigosa sob o ponto de vista do controle de criptomoedas.
Quem se dispõe a investir nesses ativos logo percebe que é um mercado mais volátil, ou seja, mais sensível às oscilações, com altas e baixas mais extremas do que se vê nas bolsas convencionais.
Mas há formas de proteger o patrimônio dessas variáveis. Os fundos de criptomoedas e ETFs são alternativas que garantem mais estabilidade, reduzindo consideravelmente os riscos, sem perder o potencial lucrativo do mercado.
Na B3, o destaque fica para o HASH11, ETF atrelado ao índice Nasdaq Crypto.

Ele foi lançado em abril deste ano e já ocupa a terceira posição entre os ETF’s em número de investidores.
“Já existem empresas gestoras de ativos operando fundos no mercado digital. Os diferenciais costumam ser quanto ao percentual destinado às criptomoedas, reservando uma fatia em aplicações mais conservadoras, como em títulos públicos, ou mesmo atuando 100% com os ativos digitais, mantendo equipes que estudam intensamente as variações e aproveitando as oportunidades de curtíssimo prazo”, explica Fábio Ferreira, sócio-diretor da Atrio Investimentos.
Ele alerta que os riscos seguem existindo mesmo no caso de operações através dos fundos, e por isso recomenda aportes menores e gradativos dos investidores.
“A primeira recomendação para quem se arrisca neste meio é que não comprometa seu patrimônio. Como é um mercado relativamente ilógico, movido a muitas variáveis, as chances de ter um lucro de 10% num dia e prejuízo de 15% no outro são comuns”, esclarece o gestor.
“Com muita análise, dá para garantir o lucro e tentar fugir dos prejuízos”, sugere Fábio Ferreira.
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