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Doutor, como está a saúde da empresa?
Esta é a pergunta que os “médicos especialistas de empresas” mais têm respondido neste ano, pois é grande a dúvida quanto à superação do quadro infeccioso que contamina o ambiente nacional.
Ver um jovem com a saúde seriamente comprometida é frustrante para familiares e amigos, pois é mais fácil aceitar que o fim está próximo quando alguém já viveu bastante.
Uns afirmam que ele tem “saúde de leão” e nunca desanimou em outras situações difíceis, razão pela qual há grande possibilidade de vencer mais esta crise que assola a sociedade. É sabido que da mesma forma que este jovem padece, muitos outros, e também alguns não tão jovens, sofrem do mesmo mal.
O “médico” destes pacientes, a quem chamamos de clientes, são os contadores, profissionais habilidosos para detectar, por meio de inúmeros exames, as causas e as possibilidades de tratamento para a recuperação de quem sofre a agonia provocada pela péssima gestão das políticas públicas.
A raiz do problema que afetou grande parcela das empresas brasileiras é a corrupção disseminada e dissimulada das pessoas eleitas por nós, ou seja, os políticos. É claro que outros cidadãos que não elegemos fizeram coro na desmoralização, caso de empresários inescrupulosos e sedentos por altos lucros a qualquer preço, além de pessoas comuns que exigem cargos (na maioria das vezes para montar um esquema de desfalques) tais como auxiliar de gabinete, diretores e presidentes de estatais e tantos outros que talvez desconheçamos.
É importante conhecer os motivos que levam inúmeras empresas à Unidade de Terapia Intensiva (UTI), pois contribui para viabilizar o tratamento. Por que nem todas tem o mesmo destino se são impactadas pelas mesmas políticas?
Assim como acontece com a humanidade, sabemos que alguns têm melhor resistência por diversos motivos. Posso citar três:
A empresa é mais enxuta;
Fez reservas nas fases boas e tem recursos para enfrentar melhor as dificuldades (“tem gordura para queimar”);
Percebeu a crise mais cedo e tomou decisões mais rapidamente.
Os “doutores de empresas”, ou seja, os contadores, têm mais uma oportunidade para ajudar a nação. Com uso do “raio-x”, o balanço patrimonial e demais peças, será possível indicar o melhor tratamento para salvar o paciente: reduzir custos, desfazer-se de algum patrimônio (casa no rio, apartamento na praia, carrões etc.) e investir o recurso na produção ou em outra situação indicada pelo estudo.
Não permita que o jovem Brasil morra pela má gestão de algumas pessoas. Busque auxílio.
Contador, seja proativo, ofereça o seu auxílio ao cliente. Cliente, chame o seu “médico especialista” na dor que mais tem-lhe agonizado. Esta poderá ser a parceria salvadora.
Além de combater o mal que assola a sua empresa, invista tempo e estude como agem as pessoas que elegemos e se não correspondeu aos seus anseios anote o nome para nunca mais votar nelas.
Autor: Gilmar Duarte da Silva
Fonte: Blog Guia Contábil
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