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Famosos Formados em Contabilidade: Magno Alves
Magno Alves já encarou adversários difíceis. Mas nenhum tão implacável quanto o que apareceu em 1998, durante sua primeira passagem pelo Fluminense: a culpa. Foi o que o levou a beber todos os dias depois dos treinos e a tentar se matar. O episódio é revelado pelo atacante em sua biografia, que será lançada nesta terça-feira, às 18h30, no salão nobre das Laranjeiras.
Escrito pelo roteirista Gustavo Penna, o livro “Magno Alves — O menino de Aporá que se tornou um dos maiores artilheiros da história” passa a limpo a trajetória do atacante de 40 anos. Na obra, Magno relembra as origens, as dificuldades para realizar o sonho de ser jogador profissional e a ferida mais dolorosa: a morte do melhor amigo Cristiano, depois que o carro dirigido pelo atacante capotou numa estrada da Bahia.
A culpa que sentia fez Magno — então uma revelação do futebol em seu primeiro ano nas Laranjeiras — cair numa espiral de decadência. O ápice foi a tentativa de se jogar da janela de seu apartamento no Rio, em Botafogo.
— Era o desespero. Na época eu também bebia. E o álcool eleva os pensamentos negativos. Aquilo ficava mexendo e mexendo na cabeça. Você fala que foi culpado e, ao mesmo tempo, rebate que não. Fica lutando contra você mesmo — lembra Magno.
A ferida já está cicatrizada. Graças à ajuda do tempo e, principalmente, da fé — hoje, Magno faz pregações em igrejas evangélicas. Com a dor e a bebida deixadas para trás, o Magnata revê com orgulho sua história de superação. Para ele, o maior de seus gols:
— Se você for ver, são 23 anos de futebol, fora de casa. Mas valeu a pena.
Atrito com o Baixinho
A biografia explora curiosidades da vida de Magno Alves. Estão lá os trabalhos realizados antes de o futebol entrar em sua vida (garçom, criador de galinhas, etc), a formação em técnico de contabilidade e as pessoas que cruzaram seu caminho. Para o bem e para o mal.
Dorival Jr., por exemplo, foi responsável por seu primeiro contrato profissional. Já com Romário, companheiro de Fluminense, os primeiros contatos não foram tão amigáveis. Vaidoso, o Baixinho não gostou de dividir holofotes com o jovem atacante em ascensão. A desavença, porém, ficou para trás. Tanto que o hoje senador assina o prefácio do livro. Só com elogios.
— Prefiro ver as coisas boas. Joguei com um cara que foi o melhor do mundo, campeão por onde passou — afirma Magno.
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