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Morango do Amor: veja como organizar as finanças e gerar renda extra com o doce do momento
Consultora do will bank dá dicas para quem aproveitar a moda para ganhar uma grana a mais
O morango do amor acaba de virar a mais nova febre da internet no Brasil, e despertou uma enxurrada de publicações sobre o assunto. Enquanto tem um monte de gente procurando experimentar a nova sensação, tem quem está aproveitando para fazer renda extra. Em depoimentos, cafeterias têm declarado produzir centenas de unidades por dia, com a ampliação do faturamento até maior que períodos de grande movimentação do setor, como a Páscoa.
Mas afinal, como usar o viral para quem quer se aventurar na fabricação caseira do doce e gerar uma renda extra? E quem já está no ramo, como organizar as contas com o crescimento repentino do caixa? Mila Gaudencio, consultora financeira do will bank explica.
Para quem quer começar a vender
Para iniciar, a consultora reforça três pontos principais: cuidado, cálculo e organização. No caso do morango do amor, a receita exige precisão, isso significa testar uma opção confiável e bem estruturada.
“Considerar todos os gastos também é importante. Ingredientes, gás, palitos, embalagens e, até, o seu tempo de preparo. Por exemplo, se você gastou R$30 para fazer 10 morangos em 2 horas, o cálculo do seu custo por hora deve, no mínimo, cobrir o investimento. Sabendo disso, fica mais fácil definir seu preço de venda. Lembre-se também de quantas unidades realmente conseguiu fazer, já que o morango não tem um tamanho padrão”.
Para as cobranças, Mila conta que, mesmo quem não tem um CNPJ, hoje já é possível começar as vendas com mais profissionalismo e até receber pagamentos com cartão de crédito. Por exemplo, o will bank, por meio do will pay, transforma o celular em uma verdadeira maquininha de cartão e gera links de pagamento fáceis de compartilhar, com recebimento já no próximo dia útil. Na gestão dos valores das vendas, o produto mostra o que está para entrar de forma separada do seu dinheiro pessoal.
Apesar da moda, a especialista ressalta que não vale a pena começar produzindo grandes quantidades. “O ideal é ir com calma. Faça 12, venda para vizinhos e amigos. Com o teste feito, os custos na mão e o retorno do público, aí sim: decida se vale a pena produzir mais. Anote tudo! Se você não anotar o que entra e sai, vai achar que está lucrando, quando, na verdade, só está girando dinheiro. Por isso, saiba tudo que gastou, registre cada venda e separe o dinheiro da renda extra das demais fontes de renda”, explica.
Já estou lucrando muito, e agora?
No caso de quem já está com a produção em alta, recebendo mais que o normal, a orientação da consultora do will bank é calma para controlar o impulso de querer gastar e consciência de que esse lucro não é exatamente um sinal de estabilidade futura.
“O morango do amor está em alta agora. Mas isso não significa que vai sustentar os próximos meses. Chamamos isso de sazonalidade: quando o lucro vem de uma moda ou de um ciclo curto. É renda, sim, mas não é garantia de que vai durar. Por isso, trate esse valor como um fôlego extra, não como uma estrutura fixa. Use-o para construir sua segurança financeira”, explica Mila.
“Monte um ‘guarda-chuva financeiro’ para os dias de ‘chuva’. Ou seja, crie uma reserva para quando a demanda cair. Assim, é possível ter um respiro em dias de menos venda”, conta. Por fim, a especialista afirma que as anotações sobre o dinheiro que entra e o que sai devem permanecer constantes. “O morango do amor pode até passar, mas a autonomia que você constrói com esse dinheiro pode durar, desde que você escolha agir com consciência agora e não só depois que ele acabar”, conclui.
Oi, eu sou um banco digital, mas pode me chamar de will
Com mais de 10 milhões de clientes no país, o will bank chegou em 2017 com um objetivo: tornar a relação dos brasileiros com o dinheiro mais excitante. Seus clientes não pagam anuidade pelos serviços, como conta digital com cartão de crédito e débito, cartão virtual, investimentos e PIX. Para saber mais, acesse o site.
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