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A nova dimensão do planejamento tributário
Todo começo de ano é a mesma coisa: chega a hora de definir o melhor sistema de tributação para os próximos 12 meses. Uma decisão desde sempre estratégica, mas que assume novos contornos frente ao quadro atual do setor.
Afinal, vivemos hoje um cenário de disruptura digital, marcado pelo Big Data, pelas plataformas colaborativas, tecnologias mobile first e realidade virtual, dentre outras ferramentas de ponta.
No campo tributário, a força desses novos tempos passou a ser percebida em maior escala a partir de 2005, com o advento do Sistema Público de Escrituração Digital, o SPED.
A informação que antes podia levar mais de um ano para chegar ao fisco agora é conhecida por ele antes mesmo que uma mercadoria alcance o seu destino. Preço, volume, custo, fornecedor, cliente, peso, transportadora, impostos, enfim, tudo bem detalhado e em tempo real.
Diante de tanta transparência e agilidade, o profissional da contabilidade deve contemplar quatro pilares fundamentais ao falar com um contribuinte sobre planejamento tributário: características do produto, dos fornecedores, dos clientes e das operações fiscais.
Analisados todos esses pontos, bem como a expectativa de resultados para o negócio, resta escolher entre os regimes simplificados – Simples Nacional ou Lucro Presumido – e o regime normal, representado pelas diversas modalidades do Lucro Real.
Seja qual for a escolha é fundamental manter a contabilidade e cumprir rigorosamente as normas brasileiras da área, independentemente de porte, atividade e natureza jurídica.
Agir dessa forma é o único instrumento de gestão capaz de proteger o patrimônio da empresa e de seus sócios, além de ajudar os gestores e executivos a tomarem sempre as melhores decisões.
(*) Marcia Ruiz Alcazar é contadora, vice-presidente de Administração e Finanças do CRCSP e diretora comercial da Seteco Consultoria Contábil e Gestão Empresarial
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