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Reforma fiscal é decisiva e estratégica para o Brasil, diz ministro
Valdir Simão disse que o Executivo está trabalhando para reverter inflação com a reforma fiscal e com a melhoria do ambiente de negócios
Segundo o ministro, o governo espera publicar nos próximos dias novos decretos de redução de cargos em ministérios no âmbito da reforma administrativa. (Flickr/Agência Brasil Fotografias)
O ministro do Planejamento, Valdir Simão, disse hoje (25) que a reforma fiscal proposta pelo governo é decisiva e estratégica para que o país retome o crescimento e a geração de empregos.
“Apresentamos na semana retrasada uma agenda de reforma fiscal que é central para a retomada do crescimento e a geração do emprego e precisa ser encarada como decisiva e estratégica para o Brasil não só com a necessária reavaliação das políticas públicas de forma constante e, também, com a necessária limitação dos gastos, em especial os obrigatórios, em relação ao percentual do PIB [Produto Interno Bruto]”, afirmou Simão, após a reunião do Conselho Deliberativo do Programa Bem Mais Simples Brasil, no Palácio do Planalto.
Perguntado sobre a avaliação do governo sobre o desemprego ter subido para 7,6% em janeiro, a maior taxa para os meses de janeiro desde os 8,2% de janeiro de 2009 e a arrecadação de impostos ter caído 6,71% em janeiro, o ministro disse que o Executivo está trabalhando para reverter esse quadro com a reforma fiscal e com a melhoria do ambiente de negócios “para que o Brasil retome sua trajetória de crescimento”.
Reforma administrativa
Segundo o ministro, o governo espera publicar nos próximos dias novos decretos de redução de cargos em ministérios no âmbito da reforma administrativa. Ele não especificou quantos cargos serão cortados.
“Estamos discutindo com cada uma das pastas o desenho necessário para que funcionem, procurando poupar as áreas que têm uma atividade estratégica e finalística e concentrar os cortes em áreas que seriam, neste momento, não tão importantes”, afirmou o ministro,
Segundo Simão, o governo está negociando com os ministérios para atingir a meta dos 3 mil cargos que devem ser reduzidos.
(Ana Cristina Campos)
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