O ano será movimentado para os trabalhadores com grandes mudanças previstas e projetos de lei em análise.
Quem ganha até R$ 5 mil por mês deixa de pagar IR e não terá desconto em folha. A mudança simplifica a vida e aumenta o salário líquido já no início do ano.
O reajuste garante ganho acima da inflação e melhora o poder de compra. Benefícios atrelados ao mínimo também sobem automaticamente.
A PEC 148 em análise no Congresso propõe reduzir a jornada semanal de forma gradual, saindo das atuais 44 horas até chegar a 36, sem corte no salário.
Empresas não podem mais decidir sozinhas sobre escalas. Agora, só vale trabalhar nesses dias se houver acordo coletivo prevendo compensações ou pagamento extra.
Burnout, pressão excessiva e metas abusivas passam a ser tratados como riscos de trabalho. Se a empresa ignorar, pode sofrer multas e responder judicialmente.
Juízes deixam de seguir um valor máximo engessado para danos morais. Em casos graves, a compensação pode ser maior e mais justa para o trabalhador.
O depósito do FGTS passa a ser monitorado em tempo real. Isso reduz atrasos e evita que o trabalhador descubra problemas só depois da demissão.
Tudo fica registrado em um único sistema, do ponto ao afastamento médico. Irregularidades ficam mais difíceis de esconder e mais fáceis de provar.